Gravura Brasileira

Figuração - Vertentes

Figuração - Vertentes

De 6/8/2002 a 31/8/2002

Obras

"Figuração - Vertentes "

          


Xilogravuras de Clarice Jaeger, Marlene Crespo e Osvaldo Jalil.

Apresentamos três artistas xilógrafos, oriundos de regiões diferentes, tendo em comum sólido e extenso currículo, e idêntica linguagem: são figurativos. Cada um deles, porém, já amadureceu características próprias e bem definidas, e um repertório também diferenciado.
Cada artista apresentará cerca de dez gravuras, não expostas em São Paulo, datadas a partir de 1998. Três vertentes diversas a partir do figurativo, em que a evidente atualidade não implica ruptura com a elaborada tradição do fazer xilográfico.

MARLENE CRESPO, fluminense, radicada em São Paulo, com o seu simbolismo, ligado à cultura popular.

CLARICE JAEGER, gaúcha, residente em Porto Alegre, na religiosidade do que ela chama de "Busca do Sagrado".

OSVALDO JALIL, portenho, vivendo e trabalhando em Buenos Aires, com seu contido expressionismo, que alguém reputou "muy argentino".



Exposição: "VERTENTES" de Clarice Jaeger, Marlene Crespo e Osvaldo Jalil
Inauguração: 06 de agosto, Terça feira, 19 horas
Período da exposição: de 07 a 31 de agosto
Local: Gravura Brasileira - Al. Gabriel Monteiro da Silva, 1325 - São Paulo.
Horário: segunda a sexta-feira, das 10 às 18 h sábado, das 10 às 14 hs.
Entrada Franca.
Informações: e-mail: gravbrasileira@uol.com.br
Tel/fax: (11) 3064.8779, 3081.8484 e 3083.3109.
Apoio: Canto Projetos e Construções, Reticências Editoração e Buffet Petit Comité


 
"ESO QUE ESTA PASANDO" - texto sobre a obra de Osvaldo Jalil
La xilografía, la técnica menos sofisticada y más antigua del grabado, ha transitado por las más diversas suertes a lo largo de su historia.
Paradójicamente, es en este siglo cuando los artistas deciden retomar el trabajo con la madera pra la creación de obras independientes de epígrafes, bulas, literaturas, bandos o noticias.
Hasta el siglo XVI la madera sirvió como soporte digno para el grabado, pero los artistas, como Durero a la cabeza, la sometieron a exigencias que casi superaban las posibilidades técnicas de la xilografía.
Así al hacer su aparición la plancha de cobre, el aguafuerte desplazó a la xilografía hacia la estampa popular. Sin embargo en el siglo XIX, que fue el siglo del periódico, de la revista ilustrada de la enciclopedia, la xilografía es aprovechada para ilustrar las ediciones de gran tirada. Sólo cuando se desarrollaron los procedimientos de reproducción fotomecánicos la xilografía pudo liberarse y volver a su tarea de creación original.
Esto ocurrió a fines del siglo XIX y principios del XX. La madera tallada le presta una carga adicional a la imagen xilográfica, que tal vez se deba al contraste de planos, a la línea gruesa y a la huella de la gubia en la madera. Por otro lado la xilografía pide que le dejen contar hechos, sucesos o sentimientos que transitan nuestra condición de habitantes de una realidad en conflicto. Si lo pide es porque relatar es esencial en ella. Quizás porque la madera es una materia viva, herida en el camino hacia la impresión de imágenes.
Al observar una xilografía es imposible no imaginar al grabador efectuando el corte, esforzándose para darle precisión a una línea, o al desbastar un plano que será blanco, ver las virutas cayendo al suelo.
Existe una relación intrínseca entre el artista grabador y la obra. Esto comienza a través de una serie de preparativos, rodeos y combates hasta llegar a conquistar la imagen. Es allí cuando aparece la visión del grabador, en este caso se trata de Osvaldo Jalil, que con la economía de un plano negro sobre uno blanco nos sitúa frente a una historia de manera rotunda y definitiva.
Es que las obras que Jalil presenta en esta muestra describen um crimen abominable: al asesinato de 45 campesinos chiapanecas, entre los que había niños, mujeres y viejos. Jalil que viene de esa tradición del grabador recorrida por Guadalupe Posada, Adolfo Belloq, Aída Carballo, se apoya en un suceso para exponernos a la visión de la injusticia y la inocencia.
Solamente con negro y rojo sobre el papel blanco, para concentrar dramatismo. Las xilografías de Osvaldo Jalil aluden a aquello que representa el horror. Son imágenes plásticas que señalan la atmósfera congelada de cuando algo terrible está por pasar, de aquello que pasó. O de eso, que en rigor de verdad, está pasando. Eduardo Iglesias Brickes San Telmo, mayo de 1999.


Osvaldo Jalil - currículo


Nació en Buenos Aires el 15 de marzo de 1950.
Cursó estudios con Demetrio Urruchúa y Juan López Taetzel. En MEEBA (Mutualidad de estudiantes y egresados de Bellas Artes) con Carlos González. Grabado con Carlos Demestre.
Litografía con José Contino en el Taller Experimental de Gráfica de La Habana. Ejerce la docencia e su taller desde el año 1982.
Participó en 82 muestras colectivas en el país y en el extranjero, lleva realizada 14 muestras individuales desde 1981.
Participó en 65 salones internacionales con selección de jurado. Entre ellos: XIV Premio Internazionale Biella per I`Incisione Biella, Italia - V Bienal Internacional de Grabado Caixa Orense, Orense, España - 1st. World Small Printings and Exlibris Works Exhibition Beijing, P.R. China - 3rd. Malasia Annual Exhibition of International Contemporary Prints, Kuala Lumpur, Malasia - 4 Triennale Mondiale D`estampes Petit Format, Chamaliéres, Auvergne, Francia - Xylon 13 Internationale Triennale, Suiza, entre otros.
En su país participó en 73 salones nacionales obteniendo entre otras las siguientes distinciones: 2º Premio en el Salón Nacional del Grabado y Dibujo, 1998 - 1er.
Premio Gráfica Experimental, Salón Nacional 1995
2º Premio V Salón Benito Quinquela Martín
2º Premio Salón Municipal Manuel Belgrano 1994
Premio "Cata Mórtola de Bianchi" en el Salón Nacional de Grabado.
Preside Xylon Argentina. Edita "Grafa, 70 años"; "5+1 Arte" revista de arte.
Vive y trabaja en Buenos Aires.




CLARICE JAEGER - currículo
natural de São Leopoldo, RS

FORMAÇÃO:
Graduação em ARTES PLÁSTICAS - Instituto de Artes da UFRGS Frequentou Licenciatura em Artes Plásticas, UFRGS e Arquitetura,
UNISINOS CURSO: GRAVURA com Armando Almeida, Atelier Livre de Porto Alegre,Carlos Martins, Instituto de Artes da UFRGS; Gravura com Herculano Ferreira, Espíndola e Quaglia, nos Festivais de Inverno de Ouro Preto e Diamantina, UFMG, Educação Artística no Festival de Verão de Areias, Paraíba;
DESIGN GRÁFICO com Joaquim Fonseca, MUSEU DE ARTE - RS; V Festival de Arte Cidade de Porto Alegre, com Hamilton Galvão e VI Festival de Arte Cidade de Porto Alegre com Charles Watson; X Festival de Arte de Porto Alegre com Nina Morais; AQUARELA com Franck Shoeffer Museu de Arte do Rio Grande do Sul, Ícone Russos - REITORIA da UFRGS.
A Açorianidade no Rio Grande do Sul - Casa de Cultura Mario Quintana - Porto Alegre - RS.

PRINCIPAIS EXPOSIÇÕES INDIVIDUAIS
2000 - Xilogravuras do acervo do Museu de Comunicação Social Hipólito José da Costa - POA - RS
- ENCONTRO COM O SAGRADO, Centro Cultural Dr. Pedro Marini - Uruguaiana - RS
- Caixa Econômica Federal, Agência Central -POA - RS
- ENCONTRO COM O SAGRADO, Centro Cultural Brasil/Espanha - Florianópolis - SC
- Caixa Econômica Federal, Agência Menino de Deus - POA -RS
1999 - ENCONTRO COM O SAGRADO, Centro Cultural Brasil/Espanha - POA - RS
1998 - EM BUSCA DO SAGRADO, Centro Cultural Brasil/Espanha - POA - RS
1997 - Casa de Xilogravura - Campos de Jordão - SP
- Espaço Cultural Panatieri - Rio Pardo - RS
- Oficina de Arte - Capão da Canoa - RS
1996 - Galeria Emoldurarte - POA - RS
1993 - Caixa Econômica Federal, Canela - RS
- Caixa Econômica Federal, Passo Fundo - RS
1991 - Casa de Cultura Mario Quintana - POA - RS
- Centro Cultural Brasil/Espanha - POA - RS
- Caixa Econômica Federal, Agência Matriz - POA - RS
1990 - Galeria Emoldurarte - POA - RS
1989 - Galeria Emoldurarte - POA - RS
1988 - Museu de Comunicação Social Hipólito José da Costa - POA - RS
1987 - Museu da Gravura Brasileira - Bagé - RS
1983 - Museu de Arte do Rio Grande do Sul
1980 - Museu de Arte do Rio Grande do Sul

PREMIAÇÕES
2002 - VI Salão Internacional de Artes Plásticas - Havana - Cuba
1994 - Destaque em Desenho no IV Salão do Artista Plástico da S. Polônia - POA - RS
1992 - Menção Honrosa em Gravura na XVII Coletânea de Artes da 1ª D.E. POA - RS
1988 - Menção Honrosa XIII Coletânea de Artes de Prof. da 1ª D.E. - POA - RS
1986 - 3º Lugar no Salão de Artes Santa Vitória do Palmar - RS
- 1º Prêmio em Gravura na XI Coletânea de Artes da 1ª D.E. POA - RS
1984 - 1º Prêmio em Gravura no Salão Cachoeirense de Artes - RS
1983 - 2º Prêmio na VIII Coletânea de Artes da 1ª D.E. POA -RS
- Medalha de Ouro em Gravura no 4º Salão de Artes de Marília - SP
- 1º Prêmio em Gravura no Salão do Jovem Artista RBS - POA - RS
1979 - 1º Prêmio em Gravura no XXXII Salão de Pernambuco, Museu do Estado - Recife - PE

SALÕES DE ARTE
Participação em 58 Salões, entre 1979 e 1993 em Porto Alegre, Florianópolis, São Paulo, Ribeirão Preto, Campinas, Limeira, Belo Horizonte, Diamantina, Ouro Preto, Poços de Caldas, Rio de Janeiro, Vitória, Brasília, Alegrete, Uruguaiana, C. do Sul, Santa Maria, Bagé, Havana-Cuba.
2002- VI Salón Internacional de Artes Plásticas Brasileño - Galeria Merceditas Valdez - La Habana - Cuba

PRINCIPAIS EXPOSIÇÕES COLETIVAS
2002 - 15ª Mostra de Arte da Mulher, Museu de Artes de Alegrete - RS - Auto Retrato - Museu do Trabalho - POA - RS
2001 - Figuração: Vertentes, Museu do Trabalho - POA - RS
- Figuração: Vertentes, Galeria da UFSC - Florianópolis - SC
- Coletiva de Estandartes sobre o Espírito Santo, na Casa Açoriana - Florianópolis - SC
2000 - Figuração: Vertentes na Internet - http://www.vertentes.cjb.net
1999 - Coletiva de Gravura, Centro Cultural Brasil/Espanha - POA - RS
- Vertentes Gráficas Sul Rio Grandenses, UFSC - Florianópolis - SC
1998 - Coletiva do Núcleo de Gravura, Museu de Comunicação Social Hipólito José da Costa - POA - RS
- 1ª Bienal Latino Americana de Pintura e Tapeçaria - UFPF - RS -
Coletiva ARTE DE SUDAMERICA - GALERIA BIELSKA BWA - POLÔNIA
1997 - Coletiva de Arte Casa de Cultura Pedro Waine - Bagé - RS
1996 - Núcleo de Gravura do Rio Grande do Sul - 42ª Feira do Livro - POA - RS
- Núcleo de Gravura do Rio Grande do Sul - Museu do Trabalho - POA - RS
1995 - Coletiva de Artistas de Porto Alegre - CASA CHAGAL, HAIFA - ISRAEL
- Coletiva de Gravura na 41ª Feira do Livro - MARGS - POA - RS
- "A GRANDE PANORÂMICA DAS ARTES GRÁFICAS GAÚCHAS" - Museu do Trabalho - POA - RS
1994 - Coletiva na Caixa Econômica Federal de Capão da Canoa - RS
- Coletiva de 3 Artistas na Galeria Emoldurarte - POA - RS
- Coletiva na Caixa Econômica Federal de Porto Alegre - POA - RS
1993 - Coletiva de Inauguração da Galeria de Arte Emilia Gontow - POA - RS
- Coletiva na Galeria de Arte da Aliança Francesa - POA - RS
1984 - Out-door na Rua 2ª, Museu de Arte Contemporânea - São Paulo - SP
- Arte Gaúcha Hoje, nas cidades de São Paulo, Brasília e Rio de Janeiro

EXPERIÊNCIAS PROFISSIONAIS
Ilustrou 8 livros:
- "A canção do pássaro azul", contos infantis, de Manoela Buny Ferreira, IEL - POA -RS
- "Desuniverso", poesias, de Rossir Berny - POA - RS
- "As margens do corpo", de Ronald Claver - Belo Horizonte - MG
- "O exercício da lágrima", poesias de Rossir Berny - POA - RS
- "Nas asas do espírito", de Helena de Castro de Oliveira
- "A pena de Teresa", de Helena de Castro de Oliveira
- "A primeira neve", de Paulo Campos, Shinseken, Tóquio - Japão
- "Quem ganhou?", de Paulo Campos, Shinseken, Tóquio - Japão
Ilustrações para o jornal "O Continente" e "Revista em Pauta"
Out-Door em frente ao Atelier Livre - Centro Municipal de Cultura - Porto Alegre - RS
Out-Door - Oficina de Arte - Capão da Canoa - RS
Out-Door na Galeria Emoldurarte - POA - RS
Exposição de 1 Estandarte na entrada da Capela do Divino Espírito Santo no ano de 2000 Desfile de 11 Estandartes na Procissão do Divino Espírito Santo e Corpus Christi nos anos de 2000, 2001 e 2002
Em desenvolvimento: - "O Negrinho do Pastoreio", de Simões Lopes Neto, para Shinseken, Japão

PALESTRAS SOBRE GRAVURA E ARTE
1997 - Criatividade na Escola - Teatro de Câmara - POA - RS
1995 - 1º Encontro de Artes Bavaria - Garopaba - SC
1994 - A artista e sua obra - Instituto de Artes - UFRGS
1993 - Xilogravura - Semana de Arte 93 - Torres - RS
1991 - A Emoção na Criação - Casa de Cultura Mario Quintana IEL - POA - RS
1990 - Núcleo de Gravura do Rio Grande do Sul -MARGS - POA - RS
- Encontro com artista - Rosário do Sul - SEC - RS
- II Encontro Gaúcho de Gravura - Atelier Livre - POA - RS

OBRAS EM ACERVOS
Possui obras no acervo: do Museu de Pernambuco, Museu de Arte do Rio Grande do Sul, Museu da Gravura de Bagé - RS, Museu Júlio de Castilhos POA - RS, Museu de Comunicação Hipólito José da Costa POA - RS, Acervo da RBS - POA - RS, Casa da Xilogravura Campos do Jordão -SP, Museu de Arte do Estado do Estado do Espírito Santo, Acervo Caixa Econômica Federal, Casa de África, Havana - Cuba

MINISTROU CURSOS DE:
1994/95 - Educação Artística - Escola Rio de Janeiro - POA - RS
1993 - Xilogravura no Centro de Desenvolvimento de Expressão - POA - RS
1992 - Xilogravura na Galeria Emoldurarte - POA - RS
1991 - Xilogravura - Museu de Arte do Rio Grande do Sul - POA - RS
1987/86 - Xilogravura - Museu de Comunicação Social Hipólito José da Costa - POA - RS



Marlene Crespo - currículo

Natural de Campos, RJ. Usou também o nome artístico de Marlene Crespo Fuser e, atualmente, Marlene Perlingeiro.
Dedica-se à gravura, ao desenho e à arte têxtil. Em todos esses itens tem conservado, através de uma longa carreira, identidade própria e coerente. Figurativa e simbólica, vincula-se, de alguma forma, às raízes brasileiras, via de acesso a seu mundo interior.
Começou com desenho, na década de sessenta, participando da IX Bienal de São Paulo em 1967 e do Salão da cidade de Porto Alegre, em que alcançou o primeiro prêmio. Nos anos setenta, já em São Paulo, colaborou com ilustrações em revistas, livros e jornais, inclusive na Folha de São Paulo e no alternativo Movimento, expressão de resistência à ditadura militar.
A partir de 1985, começa seu trabalho em xilo e linoleogravura, e desde 93, em arte têxtil. Dentre as várias exposições em âmbito nacional, destacam-se a de 1987, na galeria SESC Paulista, a do Museu de Arte de Santa Catarina, em Florianópolis (1993), a do Centro Cultural de Diadema (1996) e a do Centro Universitário Maria Antonia (1998). Todas individuais.
Em 99, publicou em Tóquio, pela editora japonesa Shinseken, um livro de arte - Saci, the Jungle`s Elf -, com texto e ilustrações de sua autoria, editado primeiro em inglês, em seguida em japonês, português e espanhol. No lançamento do livro, no Japão, promoveu uma exposição individual itinerante, patrocinada pela editora, em Tóquio, Kioto, Osaka, Fukuoka, Hamamatsu, e outras cidades japonesas. Atualmente, tem em preparo para lançamento em 2002, um outro livro de arte, sobre Iemanjá, pela mesma editora, integrando uma série de lendas brasileiras.

ÚLTIMAS EXPOSIÇÕES
2000 - coletivas: na Artressa Gallery, Nova Orleans, USA; no Estação Vila Bar, em São Paulo; no Sesc de Piracicaba e na I Bienal Internacional de Gravura, em Jaguariúna/SP, ambas com o grupo de gravura Olho Latino. Ainda em 2000, expõe arte têxtil com a artista gaúcha Clarice Jaeger, no Centro Cultural Brasil - Espanha, em Porto Alegre.
2001 - integrando o grupo de gravura Figuração: Vertentes, com Clarice Jaeger e o argentino Osvaldo Jalil, expõe em Porto Alegre, no Museu do Trabalho, e em Florianópolis, na Universidade Federal de Santa Catarina.
2002 - coletiva Xilo Internacional no Conjunto Cultural da Caixa em São Paulo, com os artistas Osvaldo Jalil, Adrian Chiacchetti, Celina Carvalho, Cláudia Sperb, Peter Clarke, entre outros.
Ainda em 2002, expõem com o Núcleo de Gravura do Rio Grande do Sul no Museu Chácara do Céu no Rio de Janeiro e também no VI Salón Internacional de Artes Plasticas Brasileña del Proyecto Cultural Sur na Galeria Merceditas Valdez, em La Habana - Cuba.


Mais informações nos sites:
http://www.marlenecrespo.com.br
http://www.vertentes.cjb.net
http://www.cantogravura.com.br

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