Gravura Brasileira

Eliana  Anghinah

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Obras

Currículo

Eliana Anghinah

Nascimento
1953 - São Paulo SP
Formação
1970/1971 - São Paulo SP - Estuda desenho com Waldemar da Costa
1973/1974 - Veneza (Itália) - Curso de pintura e estudos visuais na Università Internazionale dell` Arte de Venezia e tem como professores Mario de Luigi e Giuseppe Mazzariol
1974/1977 - Estuda gravura em metal com Evandro Carlos Jardim
1975/1976 - Realiza pesquisa em litografia sob a orientação de Otávio Pereira
1976/1978 - São Paulo SP - Desenvolve pesquisa na Pinacoteca do Estado, sob a orientação de Aracy Amaral
1977 - São Paulo SP - Forma-se em artes plásticas pela Faap
1986 - São Paulo SP - Freqüenta o ateliê do artista Nelson Nóbrega e o ateliê de gravura em metal da ECA/USP
1987 - São Paulo SP - Curso de gravura em metal na ECA/USP
Cronologia
Pintora, gravadora
1978 - Campinas SP - Ministra um curso de gravura em metal no MACC
1992/195 - São Paulo SP - Integra a equipe de orientadores (papel feito a mão) do Atelier Experimental de Gravura Francesc Domingo do MAC/USP
1994 - São Paulo SP - Passa a integrar o Atelier Piratininga
1996 - Takefu Fukui (Japão) - Participa do projeto artístico Japanese Washi
1997 - Passa a integrar a International Association of Handmade Paper Artist

"Seu gesto espelha uma forma pura, natural e direta de preparar o papel. Os vegetais que servem de matéria prima são aproveitados integralmente, assegurando assim, que a `vida` e a `essência` das suas fibras sejam inteiramente conduzidas para o papel. Uma arte em sintonia com a natureza. É essa a sensação que me atinge. Nos trabalhos de Eliana há uma implícita coerência na idéia de que os vegetais que fornecem a matéria prima para os papéis provém da terra. Enfim, terra, flora e homem constituem um sistema cíclico. Na sua obra, este conceito se traduz na incorporação da terra ao papel. A intenção é registrar a `vida da terra`, porque, afinal, as plantas dela sugam a água para viver. Em outras ocasiões, as superfícies constituídas por terra e fibras projetam sombras revelando texturas. O acúmulo destes fragmentos, através de uma outra ótica, nos conduz a imaginar a `fisionomia` infinita da terra. Este caráter se expressa em dimensões mais efetivas quando o desejo de criação de Eliana se sincroniza com a intenção cíclica da natureza".

Arata Tani, Crítico de Arte.
 

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